Terça feira dia 29 de março, é noticiado pelos meios de comunicação a morte do então ex-vice presidente José Alencar, aos 79 anos de idade. Creio que pelo que ouvi dizer, foi um homem honrado, trabalhador, empresário de sucesso, e bom companheiro do ex-presidente Lula. Durante os 13 anos em que travou sua luta contra o câncer, sempre procurou transparecer que sua vida estava nas mãos de Deus e quando Ele quisesse o levaria com câncer ou sem câncer. Mas mesmo assim, o ex-presidente foi em busca de meios humanos para receber a cura ou mesmo, diminuir um pouco seu sofrimento. É evidente que nós podemos buscar junto à medicina auxilio prá nossas dores. Sempre achei interessante a forma como aquele homem encarava a realidade da vida e se de fato foi sincera, realmente foi louvável. Mas, voltemos à sugestão do título deste editorial. A vida é de fato breve. A Bíblia assim o diz. O ser humano luta, corre, conquista muitos objetivos e de repente morre. Todos seus esforços na vida e pela vida acabam. Seca-se a erva e cai sua flor. A vida humana cessa sem deixar marcas. Todas conquistas já não tem sentido, pois para eternidade nada se leva. O nosso ex-presidente que o diga. Construiu um império têxtil. Era dono da maior empresa têxtil do mundo. Tudo isso ficou por aqui. Agora seu filho Josué herda e comanda este império, tendo a responsabilidade de conduzir como o pai uma empresa com milhares de funcionários. Mas um dia Josué também partirá, e seu patrimônio continuará aqui, e assim vai. Não sei se o José de Alencar enquanto vivo, entregou sua vida para Jesus, nem se Josué é um servo de Deus, mas sei que todo aquele que crê será salvo, seja pobre ou rico, pois deste mundo nada levaremos. A riqueza é frágil, mas infelizmente muitos tem se apegado a elas como se houvesse condições de levá-la para a eternidade. Oremos pela família do ex-presidente.
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sábado, 9 de abril de 2011
ONDE ESTÁ O CORDEIRO PARA O HOLOCAUSTO?
Lembro-me da passagem Bíblica em que o Senhor para provar a fé de seu servo Abraão pediu-lhe que entregasse seu filho Isaque em sacrifício. Abraão creio que após muita reflexão decidiu levar seu filho para ser sacrificado no Monte Moriá. Deve ter sido uma jornada muito dolorida para o servo do Senhor. Muito deve ter se passado em sua mente. Na verdade, os povos que se acercavam de Abraão e seu clã banalizavam os sacrifícios e para eles seria muito fácil entregar seus filhos para serem sacrificados em homenagens aos seus deuses. Mas o Deus que Abraão conhecera não faria isso, mas fez, pediu seu filho em sacrifício. Não é à toa que Abraão foi chamado de pai da fé, pois de alguma forma, ele sabia que Yavé iria ressuscitar seu filho, ou faria alguma outra coisa para devolver seu filho a ele. Mesmo com o coração partido, Abraão foi conduzindo seu filho até a morte. Deus entrou com providência, tornando verídica a frase que ele disse a seu filho “Deus proverá”, e proveu, entrou com providência e enviou um cordeiro para ser sacrificado. E quanto a nós, que tipo de sacrifício, temos feito em prol do Senhor e de Seu Reino? Em nossa mediocridade, oferecemos o que resta. O resto de nosso salário, se sobrar, o resto de nossa família, se sobrar, o resto de nosso tempo, se sobrar. Sempre se sobrar. Aí vamos, em nossa pressa por resolver nossas questões pessoais, sem nos preocuparmos se estamos agradando a nosso Senhor. O que temos oferecido ao Senhor? O que eu tenho oferecido ao Senhor? O que você tem oferecido ao Senhor? Onde está o Cordeiro para o Holocausto?
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